“Pai nosso...” (Mt 6.9)
No Antigo Testamento o conceito paterno de Deus não é tão visível quanto no Novo Testamento. Em todos os 39 livros do AT, o nome de Pai atribuído a Deus ocorre apenas 14 vezes. Mas nos 27 livros do NT esse nome ocorre nada menos que 259 vezes.
Percebe-se, pela diferença de ênfase, que a revelação do NT é insistente nessa linda visão de Deus como o Pai amoroso, que abraça o filho arrependido e manda celebrar uma festa pela sua volta à casa paterna.
Quando usa a palavra aramaica “Abba” (pronuncia-se abá), mostra-nos que podemos tratar o mesmo soberano Senhor como filhos achegados. Seria como chama-lo “papai” ou “paizinho”, algo assim terno e carinhoso.
Se quero orar a Deus como Pai perfeito que me ama sinceramente, devo:
1) submeter-me à Sua disciplina (Hb 12.7);
2) descansar totalmente em Seu cuidado (Mt 6.31-33);
3) assumir minhas responsabilidades de filho submisso (Hb 12.9); que ama a comunhão com o Pai (Mt 6.6); que busca ser santo como o Pai é santo (Fp 2.15);
4) assumir que não sou filho único, que não posso exigir do Pai atenção apenas para mim; Ele é o meu Pai mas também é o Pai nosso; tenho muitos irmãos, somos uma grande família; não posso e não devo ser um cristão solitário e isolado – preciso viver em comunhão com minha santa família;
5) adorar o Pai por ter tanto me amado que chegou a permitiu que eu seja chamado de seu filho (1Jo 3.1).
Que bom! Posso entrar no meu quarto, fechar a porta e orar ao meu Pai, que me vê em secreto! E posso também entrar em minha igreja e orar ao Pai nosso, junto com meus irmãos!
Percebe-se, pela diferença de ênfase, que a revelação do NT é insistente nessa linda visão de Deus como o Pai amoroso, que abraça o filho arrependido e manda celebrar uma festa pela sua volta à casa paterna.
Quando usa a palavra aramaica “Abba” (pronuncia-se abá), mostra-nos que podemos tratar o mesmo soberano Senhor como filhos achegados. Seria como chama-lo “papai” ou “paizinho”, algo assim terno e carinhoso.
Se quero orar a Deus como Pai perfeito que me ama sinceramente, devo:
1) submeter-me à Sua disciplina (Hb 12.7);
2) descansar totalmente em Seu cuidado (Mt 6.31-33);
3) assumir minhas responsabilidades de filho submisso (Hb 12.9); que ama a comunhão com o Pai (Mt 6.6); que busca ser santo como o Pai é santo (Fp 2.15);
4) assumir que não sou filho único, que não posso exigir do Pai atenção apenas para mim; Ele é o meu Pai mas também é o Pai nosso; tenho muitos irmãos, somos uma grande família; não posso e não devo ser um cristão solitário e isolado – preciso viver em comunhão com minha santa família;
5) adorar o Pai por ter tanto me amado que chegou a permitiu que eu seja chamado de seu filho (1Jo 3.1).
Que bom! Posso entrar no meu quarto, fechar a porta e orar ao meu Pai, que me vê em secreto! E posso também entrar em minha igreja e orar ao Pai nosso, junto com meus irmãos!
1 comment:
esse Deus é bom demais! bjs
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