Hoje temos muitos recursos para identificar as pessoas. Foto e números são usados. CPF, RG, título de eleitor. Impressão digital.
Nos tempos bíblicos as pessoas eram identificadas pela sua genealogia. Era o referencial genealógico, exigindo pelo menos o nome do pai, que identificava as pessoas.
Sempre houve homônimos. Daí identificarem-se pelo nome do genitor. Simão, filho de João. Judas, filho de Simão Iscariotes. João, filho de Zebedeu.
Como identificar Deus? Não há um nome pelo qual Deus tenha preferência. Mesmo porque Ele é o único. Jesus não nos ensinou a chamar Deus de Jeová. Ao ensinar-nos a orar, mostrou que podemos nos dirigir a Deus, chamando-O “Pai nosso, que estás nos céus”. Essa referência aos céus, como local da habitação de Deus, tem grande importância na identidade divina.
A quem estamos orando? Ao Pai nosso. Que Pai nosso? O que está nos céus. Os deuses que homens inventam não estão nos céus, mas nos templos e nos altares que levantam. São manipuláveis, ficam onde os homens os colocam. O Pai nosso que está nos céus é Deus majestoso, não deus dependente de seus adoradores.
Desde o AT, Deus se identifica como o Deus dos céus. “Habito no alto e santo lugar” (Is 57.15). Salmistas falam que Ele é “aquele que habita nos céus” (Sl 2.4), que “do céu olha o Senhor para os filhos dos homens” (Sl 14.2).
O NT, porém, traz mais referências a essa verdade.
A procedência do céu tem peso especial. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são revelados no NT como procedentes todos do céu. O Pai: Mt 3.17, 7.11,21; 10.33; 16.17, 18.19, Jo 12.28. O Filho: Jo 3.13 e 6.33-58. E o Espírito Santo: Jo 1.21 e 1Pe 1.12.
Em oração, nos dirigimos ao Pai que está nos céus. É o mesmo Pai que do céu mandou seu Filho ao mundo. Este é o Filho que veio dos céus, que, junto com o Pai, que está nos céus, nos envia, dos céus, o Espírito Santo, que deles procede.
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1 comment:
Papi,
eu adoro seus textos. bjs
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