Santificado seja o teu nome” (Mt 6.9).
O terceiro mandamento da Lei dada a Moisés estabelece: “Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Ex 20.7). É uma proibição absoluta. O advérbio hebraico de negação aqui empregado, como em todos os demais proibitivos entre os 10 mandamentos, tem força de ênfase especial, significando um “não, em hipótese alguma!”. Tomar o nome de Deus em vão é profana-lo.
Ensinando-nos a orar pela santificação do nome do Pai, o Senhor Jesus aplica em nós este terceiro mandamento de forma positiva. A oração expressa um desejo. Quem tem o desejo sincero em seu coração de santificar o nome do Pai a ponto de colocá-lo em oração, está obedecendo ao terceiro mandamento com naturalidade.
Deus espera que, se desejamos santificar o Seu nome, o façamos primeiro diante dEle.É mister haver coerência entre a oração e a vida diante dEle. Como estamos nos oferecendo a Ele? Estaremos nos oferecendo a Ele de modo aceitável? Se oramos “santificado seja o teu nome” e estivermos nos oferecendo a Ele de modo inaceitável, não há coerência. A oração não estará em harmonia com a vida diante dEle.
O Senhor nos fala: “Não profanareis o meu santo nome, mas serei santificado no meio dos filhos de Israel” (Lv 22.32). O contexto desta advertência tem a ver com ofertas ao Senhor (v.17-31). O modo como estamos nos oferecendo a Deus dirá se estamos ou não santificando o nome do Senhor diante dEle, como Ele espera.
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