Somos exortados a não profanar o nome do Senhor, a não toma-lo em vão. A Bíblia nos ensina que Deus zela pelo Seu nome. O Senhor Jesus, ao ensinar como orar, colocou a santificação do nome de Deus como o primeiro pedido. Mas, que nome é este?
No Antigo Testamento, Deus era chamado por um nome cuja pronúncia hoje não temos como saber exatamente. Por isso, em Português se grafam Jeová, Yavé, Javé ou nomes semelhantes. Os próprios judeus não o pronunciavam. Sabe-se apenas que suas consoantes equivalem aos nossos JHVH ou YHVH. A pronúncia ou o próprio nome em si tem menos importância que o seu significado, que é “AQUELE QUE É POR SI MESMO”.
O nome revela que o único Deus vivo e verdadeiro é a fonte de toda existência. Tudo que tem e não tem vida se origina naquele que é por si mesmo. Assim, os seres de vida racional, feitos à imagem e semelhança de Deus, têm o dever de santificar o Nome que é santo por Si mesmo, “pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos” (Atos 17.28).
Ao orar, tenho que reconhecer primeiro, diante do Pai, que não tenho vida por mim mesmo, não existo por mim mesmo, nada tenho por mim mesmo – em tudo dependo do Deus eterno. Esse senso de dependência total e absoluta de Deus é que deve me induz a orar.Esse espírito de oração, de dependência daquele que é por Si mesmo, nos faz santificar o nome do Pai, diante dEle mesmo, antes de o fazer diante da igreja e do mundo.
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